Mostrando postagens com marcador Amazônia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amazônia. Mostrar todas as postagens

18 janeiro 2016

Férias Amazônia

Começando 2016 aqui no blog lembrando de ótimos momentos de 2015.

Pela segunda vez consegui me organizar e passar uns dias das minhas férias no norte do Brasil. Estado do Pará.

Dias maravilhosos!

Visitei a capital Belém alguns pontos turísticos desta cidade.
Também... Juruti, Óbidos e Santarém.



Com a irmã gêmea Juliana. 
Minha irmã diz que, se fôssemos irmãs, não parecíamos tanto!




Cidade de Óbidos




Fotografando o pôr do Sol no Rio Amazonas.
E essa era a atividade que eu mais gostava.




Chegando no porto da cidade de Óbidos.



Belém. Ver o Peso.
Experimentando o popular "Peixe com açaí".
Aqui em Minas e na região sudeste nós comemos o açaí gelado e doce.
Lá o açaí é um prato que completa o almoço.
Diferenças culturais que amo!

//Mas prefiro açaí com morango e leite ninho mesmo. //




Amigos de JF  e também os que conheci na Jornada Mundial da Juventude em 2013.
Nos reencontramos na casa deles, em Belém.



Cartão Postal. Belém.





Com o grupo dos jovens que também foram fazer missão na Amazônia.





Em algum lugar da Amazônia. 





Manhã de reflexão com a presença do cardeal Dom Cláudio Humes.




Nossas visitas durante as missões na Amazônia.
Um dos momentos mais ricos da minha vida.
Aprendemos com o outro, com a cultura do outro, com a vida do outro.








Começamos 2016 com a esperança de que seja um ano de bênçãos para cada um de nós.






15 abril 2015

Alter do Chão-PA

Ainda lembro com saudade de cada dia na Amazônia.
Alter do Chão é encantador.
A beleza desse lugar está explicita nos menores detalhes.





08 março 2015

Festribal

Durante a viagem ao Pará, pude conhecer uma grande manifestação folclórica daquele estado.
É o Festribal (Festival das Tribos).
É uma festa bela, linda.



O Festribal resgata em forma de espetáculo a cultura indígena nativa da cidade. Uma das maiores manifestações culturais da Amazônia. O palco das apresentações é o Tribódromo, arena onde as tribos se apresentam.

As tribos são: Muirapinima e Munduruku


  • A Muirapinima se representa com as cores azul e vermelha
  • A Munduruku se representa com as cores amarelo e vermelha.


As figuras das apresentações.
Durante as apresentações as tribos apresentam as figuras da cultura indígena com suas respectivas características.

Índia Guerreira
Pajé





O Tribódromo.
Muito bem estruturado, com arquibancadas separadas para a torcida de cada tribo. Cada arquibancada também pintada com as cores das tribos.





A torcida.
Imaginem a torcida de Vascão x Flamengo no Maracanã. Então, assim é a torcida das tribos. Eles defendem, andam uniformizados...




O respeito.
De uma forma muito respeitosa o narrador/apresentador de uma tribo cumprimenta a tribo adversária, saúda todos os que estão presentes. Depois se volta para a torcida da sua tribo.
Enquanto se apresenta a tribo Munduruku, por exemplo, e sua torcida grita, vibra, motiva ... a tribo Muirapinima permanece sentada e observa a apresentação.
Achei esse respeito uma coisa linda. A torcida brasileira podia ter seguido esse exemplo durante o jogo do Chile, na última copa do mundo no Mineirão. =/







Quando chegamos em Juruti soubemos que poderíamos escolher para qual tribo iríamos escolher. Eu escolhi a Tribo Munduruku, e não sei dizer qual critério escolhi. Só sei que comprei camisa e acessórios com as cores desta tribo e entrei na torcida. Alegria foi o sentimento quando soube que essa tribo foi a ganhadora do Festribal 2014. =)

O som, a batida, a letra da música... tudo isso é tão gostoso que até hoje me pego cantando aquelas músicas que fizeram parte das apresentações da Tribo Munduruku em Juruti, em 2014. Índia guerreira, índia guerreira... (é uma delas).


Tive oportunidade de assistir a apresentação das tribos mirins.
Se desejar assistir dois pequenos vídeos que fiz desta apresentação, clique aqui, e aqui.


Vídeo sobre a história das tribos Munduruku e Muirapinima

31 outubro 2014

05 outubro 2014

Os barcos e as redes

Uma das maiores diferenças entre a região amazônica e a região onde vivo (interior de Minas) são os meios de transporte.

Aqui ando de ônibus e carro.
Uma correria sem fim.

O povo...
Corre pra pegar o ônibus que sai do ponto antes do horário previsto.
Se aperta dentro dos retângulos superlotados, principalmente no horário de pico.
Fica horas num engarrafamento.
Motoristas não respeitam a faixa de pedestre.
Pedestres se arriscam atravessando em meio ao trânsito super complicado.

Chegamos no Pará, em Santarém.
No mesmo pique que temos aqui em Minas.

Mas gente... lá o ritmo é outro.

Lá o povo acompanha o ritmo das redes, dos barcos.

Chegamos no porto de Óbidos, numa correria sem fim, com medo de perder o barco que estava marcado pra sair às 17:00.
Pensamos que o barco nos deixaria pra trás.
Chegamos no porto 17:30, cansados de tanto correr com as malas.

E o barco?

Estava lá... enquanto alguns homens o "carregava" com sacos de farinhas, frutas, nós subíamos as escadas para acomodar nossas redes.

O barco espera todo mundo se acomodar pra sair. Sem aquela correria de ter que chegar tal hora em tal lugar.




Oito horas de viagem de Santarém até Óbidos. 
Sentados confortavelmente em bancos reclináveis e com ar condicionado ligado?
Não.
Cada um pega sua rede, encontra um gancho disponível e se acomoda.
E assim se passa as oito (ou mais) horas dentro dos barcos que são o principal meio de transporte daquele povo.

As redes não deixam de ser confortáveis. 
Mas pra quem está acostumado a deitar em redes somente na varanda de casa, nos fins de semanas, ficar balançando na rede que estava dentro de um barco que também balançava, não era a coisa mais confortável do mundo.





Valeu a experiência.

{AnaVi}


24 setembro 2014

Encontro das Águas

 "Um dos mais belos e surpreendentes espetáculos da natureza no Estado é protagonizado pelos rios Amazonas e Tapajós. Em frente à cidade de Santarém ocorre o encontro desses dois gigantes rios. Fenômeno este conhecido como “encontro das águas”. O encontro do Amazonas, com suas águas barrentas e correntes; com o Tapajós, de águas verde-azuladas e mansas, proporciona uma imagem intrigante. Os rios correm paralelos por aproximadamente quatro quilômetros, sem que suas águas se misturem." 



No dia que chegamos em Santarém precisamos ficar num hotel para pegar o barco para Óbidos, que seria somente no dia seguinte.

Ficamos no Hotel Encontro das Águas, onde fomos muito bem atendidos e acomodados.

Da janela do quarto dava pra ver o encontro das águas dos rios Tapajós e Amazonas... mas dava pra ver de longe... a água de uma cor, até determinada distância e depois a água de outra cor.


A vontade era de ver isso de perto né.

E fomos!

Como eu nunca tinha visto dois rios se encontrarem, fiquei encantada.

E registrei o momento!

02 setembro 2014

Gente igual e diferente.

Estou sumida dos blogs (do meu e dos amigos) eu sei!
Não é por causa da minha vontade.


Pois bem. No mês de julho vivi uma experiência singular.
Participei de uma missão, com outras pessoas da comunidade que participo, na Amazônia.
Sim. Tive oportunidade, vontade e coragem. Hahaha.

Fomos com o  lema do livro 7 Bilhões: "Viver com o outro e para o outro o tempo presente".
Antes de chegar a tão planejada viagem, vivemos dias de ansiedade... pensando como seriam as coisas lá naquelas terras tão longe aqui da nossa casa.
Lá aproveitamos cada momento: Convivemos com os jovens paraenses partilhando os anseios dos nossos corações, visitamos famílias lindas que vivem desafios como nós, mas cada um na sua realidade, conhecemos pessoas e lugares maravilhosos...

Quero partilhar um pouco do que registrei mas sei sobre a impossibilidade de transformar em palavras, imagens e vídeos todas as experiências que vivi.


Nos diálogos com o povo paraense, percebemos o quanto somos iguais e diferentes. 
Iguais em nossos sonhos, projetos, atividades na busca de um mundo mais humano e mais digno para todas as pessoas.
E o que nos diferencia é a nossa cultura, o que se come lá e não se come aqui, as expressões utilizadas lá que aqui não sabemos o significado, vice versa.

E como é belo isso... ser igual e diferente!





Até breve!