29 julho 2025
Feliz segundo semestre!
15 junho 2025
Oi gente.
Faz tempo que não posto aqui.
Por vezes venho aqui, visito alguns blogs, faço leituras e vou embora.
O tempo está pouco para todas as demandas que tenho.
Esses dias acessei "os bastidores" do meu blog, na parte dos comentários, e vi que alguns colegas aqui do blogspot enviaram mensagem pedindo notícias minha. Principalmente em relação à minha saúde.
Sabe que fico feliz com o elo que estabelecemos entre nós?
Fazemos postagem, lemos os textos, vemos fotos uns dos outros e isso nos aproxima, faz, inclusive, a gente sentir falta de alguém que está "sumido".
E esses comentários sobre a saudade e a "falta que fazemos" nessa blogosfera até nos faz ter mais vontade de postar aqui.
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Estou bem da saúde. Fiz uma cirurgia de endometriose em fevereiro. Uma cirurgia bem delicada. Tive retirada de uma parte do intestino. Fiquei 2 meses afastada do trabalho e de atividades mais pesadas. Em abril retornei ao trabalho e às atividades, aos poucos.
Preciso de cuidar para os focos de endometriose não voltar. O meu cuidado é com dieta, atividade física e hormônios.
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Junto com essa questão da minha cirurgia, neste semestre estou terminando um curso de especialização, com entrega de TCC e estágios. Isso tomou bastante meu tempo.
Eu também estou envolvida com produção literária infantil. Esse movimento tem sido muito bom pra mim, tem me trazido satisfação, felicidade. Se quiser acompanhar o meu trabalho literário infantil, veja este blog: Ana Virgínia. As postagens neste blog servem para a divulgação do meu trabalho literário e também para apresentar o meu trabalho para programas de incentivo cultural, que tenho participado.
Ah, e se você usa o Instagram, pode acompanhar o meu trabalho neste perfil: Ana Virgínia.
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Quero estar mais presente aqui.
Esse espaço é muito importante pra mim. Foi aqui que, lá em 2011, quando meu pai faleceu, que eu comecei a escrever. Escrevia sobre os sentimentos de luto, tristeza e saudade, que habitavam meu coração. Quando sou convidada pelas escolas ou livrarias para falar sobre o meu processo de escrita, começo a falar deste lugar, deste blog Filha de José.
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Meus planos para este ano é reduzir a carga horária do meu trabalho no Colégio e ter mais tempo para cuidar de mim e das coisas que me dão prazer. É uma lógica diferente da lógica de uma sociedade que procura cada vez mais trabalho e cada vez mais dinheiro.
Confesso que o diagnóstico da endometriose, em novembro do ano passado, a notícia sobre a necessidade da cirurgia, a cirurgia em si, a recuperação... me fizeram repensar sobre muitas coisas, dentre elas, a importância de estar com quem eu amo, de buscar fazer coisas que me fazem bem.
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Abraço pra vocês.
04 agosto 2024
Registro de domingo #1
Hoje fiz essa foto e quis escrever sobre ela.
Convido quem mais quiser compartilhar um "Registro de domingo".
Quem fizer esse registro, mesmo que seja em outro dia da semana, fale comigo pra eu inserir nessa postagem.
Dessa forma a gente faz o movimento de blogagem coletiva.
A foto:
Mas, pela limitação física que ela tem e a praticidade de pagar pelo celular, continuamos dessa forma mais prática.
18 outubro 2023
Oi
Depois de tanto tempo sem postar, aqui estou eu.
Este espaço virtual muito me ajudou a vivenciar aquela dor.
A correria, o trabalho, a mudança de casa, as novas responsabilidades com o casamento não me permitem ter tantoo tempo para estar aqui com tanta frequencia.
Frequentemente, lembro desse espaço, das pessoas que passam por aqui e que eu também visito os seus blogs. Organizo as postagens mentalmente e também num caderninho... mas, faltava o tempo para vir aqui, escrever, postar, visitar...
Estou nesse foco e nessa organização.
Gratidão a você que passa por aqui...
20 fevereiro 2023
Banda Daki
Uma vez quando criança e uma vez quando adolescente.
Do Carnaval eu gosto da alegria, das fantasias, da irreverência, das surpresas.
Mas também gosto do descanso e do feriado emendado.
Fomos eu, o esposo, minha irmã, o cunhado, minha sogra, minha tia... E sempre encontramos conhecidos na banda.
Cada pessoa conhecida que morria era um aperto no coração. Um não entender nada do que estava acontecendo. Um desejo que fosse somente pesadelo. A morte do Zé Kodak foi um dia assim.
16 fevereiro 2023
Memórias das férias.
Eu amo meu trabalho.
Já vivi crises e sofrimentos em alguns lugares que trabalhei.
Temo sair desse trabalho que tanto me realiza enquanto pessoa humana. Por isso todos os dias eu agradeço e valorizo.
Sou educadora e trabalho na elaboração de projetos que desenvolvem a formação humana dos estudantes.
No início desse semestre entrei em várias salas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Finais) para dar as boas vindas aos estudantes. O roteiro dessas visitas incluía uma partilha sobre uma recordação das férias.
Alguns estudantes gostam de falar outros não gostam. Normal.
Em cada sala de aula eu ficava encantada com as memórias, com as lembranças que as crianças e adolescentes partilharam. Vejam:
“Minha prima foi morar no exterior há 3 anos. Somos muito amigas. Por conta da pandemia ficamos muito tempo sem encontrar pessoalmente. Mas sempre nos comunicávamos por mensagens e vídeos. Nas minhas férias nos encontramos. Nos abraçamos. Foi o melhor abraço da minha vida.”
“Nasceu meu irmãozinho e pude pegá-lo no colo”.
“Faz uma semana que minha avó faleceu. Melhor memória das minhas férias foi o último abraço que pude dar nela”.
“Viajei com os meus avós”.
“Passei o réveillon na praia com minha família. Minha mãe teve que trabalhar muito para esse sonho acontecer”.
“Consegui andar de bicicleta”.
Isso é um pouco daquilo que faz sentido para eles e também faz sentido para mim.
E eu não podia deixar de fazer, mesmo que pra falar comigo mesmo, memórias sobre minhas férias.
Tive tempo para ir em várias consultas médicas com minha mãe e também tomar um café com ela, numa cafeteria no centro de Juiz de Fora. Esse dia foi muito bom. Há 2 anos atrás ela estava doente e eu praticamente não acreditava que a vida dela ressurgiria. Então, cada momento de lazer, por mais simples que ele seja, é muito importante pra mim.
Também fui para a praia com meu esposo. Sorrimos, divertimos, falamos sobre a vida, brincamos na beira do mar.
E você? Me conte uma memória sobre suas férias...?
01 fevereiro 2023
Todo mundo reclamando que janeiro não acaba.
Na rede social Instagram muitas pessoas compartilharam uma "caixinha" citando que o mês de janeiro estava demorando para terminar...
Percebo essa reclamação nas redes sociais e, às vezes, no convívio social não-virtual, com relação aos meses de 31 dias. rs.
Agosto é a mesma coisa.
Lembro disso porque agosto é o mês do meu aniversário, um mês lindo. E sempre tem alguém reclamando do mês.
Você notou essa "brincadeira" sobre o mês de janeiro também?
Meu mês de janeiro foi intenso. Tive férias a metade do mês, mas os dias que eu trabalhei também foram muito bons.
Foi aniversário do Luís, meu esposo.
Tive várias vivências relacionadas à publicação do meu livro.
Saí com minha mãe nos meus dias de férias.
Criei receitas com novos sabores de biscoitos.
Encontrei com amigos...
Tivemos questões graves a nível nacional. Sim. Estou assustada com isso até agora.
Quando vejo essas "brincadeiras" lançadas nas redes sociais, como a "eternidade" do mês de janeiro, por exemplo, eu me pergunto: Eu concordo com isso? Ou estou apenas seguindo o bonde?
Nesse caso, eu não concordei. Pra mim, janeiro fluiu bem. É um mês maior mesmo, como outros meses do ano.
Sou a favor de pensarmos criticamente sobre as modinhas, influências e impactos das redes sociais em nós.
E aí, como foi o seu mês de janeiro ?
15 janeiro 2023
Vivenciar ou fotografar?
A fotografia abaixo foi realizada em 2015, durante a divulgação do filme Black Mass.
Tive acesso a essa imagem, e à crítica que ela representa em um curso de especialização que estou estudando.
Antes de ler e ouvir a opinião dos colegas e dos professores, olhei para a imagem e pensei na diferença das culturas, gestos, pensamentos, comportamentos.. entre as gerações.
Antes de continuar a leitura, veja a imagem e me diga nos comentários o que essa imagem transmite pra você.
14 março 2021
Oi 2021
Eu sinto falta desse espaço, das interações e dos aprendizados que sempre vivo por aqui.
Mas os dias andam muito corridos e a vida como uma montanha russa.
Está tudo bem.
Dia 23 de fevereiro lembramos do décimo ano do falecimento do meu pai.
Meu Deus, quanto tempo! Há 10 anos José não vive fisicamente aqui conosco.
Mas vive em nós. Vive na coragem que buscamos. Em nossa fala. Em nossas ações. Em nossos sentimentos. Na comida que fazemos, aquela comida que ele mais gostava.
Eu lembro que, quando eu chorava sobre a dor que a falta de José provocava em mim, a Ana Paula, em uma das cartas que trocamos, me consolava. Ela dizia que um dia a saudade seria um sentimento leve, que daria guardar em uma caixa forrada com folhas de seda. (As palavras dela era algo assim). E eu respirava fundo, sabendo que um dia a saudade não seria somente dor e lágrimas.
Após 10 anos da partida do José, meu pai, ainda sinto falta.
Mas consigo sorrir ao lembrar dele.
Consigo até admirá-lo e amá-lo cada vez mais.
Todo carinho, toda educação que ele nos deu (a mim e a minha irmã), dão frutos hoje.
Ao lembrar dos 10 anos da partida de José, lembrei também que há 10 anos (a se completar em agosto), estou presente no blogger, com este blog: Filha de José.
Agradeço a você que passa por aqui de vez em quando.
Agradeço as amizades que foram construídas por meio deste espaço.
Até mais.
04 setembro 2019
Cotidiano
Meu primeiro emprego foi no mesmo bairro em que eu morava e ainda moro.
Raramente precisava de transporte público para ir trabalhar. Só quando chovia.
Depois fui trabalhar num bairro vizinho. Não era tão longe.
Um ônibus para ir e um ônibus para voltar.
Uns 10 minutos dentro do ônibus que estava sempre cheio. Na maioria das vezes não dava nem pra sentar.
Há um ano vivo uma outra experiência nos transportes públicos.
Minha casa fica bem mais distante do meu trabalho.
Dois ônibus para ir, dois ônibus para voltar.
Um trajeto que dura uma hora, aproximadamente.
Quando percebi o enorme tempo que levo para ir e voltar para casa, eu tive várias iniciativas para fazer com que esse tempo fosse produtivo: ler um livro, estudar, ouvir um pod cast, fazer as postagens nos instagrans que eu gerencio, responder as conversas de whatsapp...
Tento aproveitar o tempo com alguma dessas atividades, mas, na maioria das vezes, eu estou cansada. E cochilo. O ônibus sacode muito, as ruas são totalmente irregulares. Quando volto para a casa cochilando, abro os olhos de vez em quando, para saber onde estou, se o meu ponto está chegando.
Sobre querer que todo o tempo seja produtivo, estou desistindo dessa ideia. Nem sempre faz bem pra gente. E, talvez o tempo dentro do ônibus ou no ponto enquanto o espero, seja mesmo para observar as pessoas, as situações; sorrir para uma criança; entrar naquela conversa com alguém desconhecido sobre o sol, a chuva, o acidente de ontem, sobre a vida.
Um dia eu até achei que era exclusividade de quem anda de ônibus cochilar em algum momento. Aí partilhando experiências com as colegas de trabalho, uma delas confidenciou que dia desses, ela voltava de carro para a casa, parou no sinal e cochilou. Acordou com os carros atrás buzinando. Perigoso isso.
Estamos cansados gente.
29 dezembro 2018
Lá se foi 2018 ... (Coragem!)
11 setembro 2018
Primeiro fio de cabelo branco
Estávamos todas em casa, de folga.
22 dias após eu completar 33 anos.
Que minha irmã encontrou o primeiro fio de cabelo branco no meio dos meus cabelos crespos embaraçados.
A primeira reação foi:
É claro que este cabelo não é meu!
Rsrs.
Vou retomar a leitura do livro Crônicas Gris, da querida Ana Paula.
17 agosto 2018
A Mãe de Jesus
A mãe de uma conhecida faleceu. E ali, naquele lugar conversamos sobre a dor que fica com aqueles que veem seus familiares partir.
A dor de quem perde um filho.
A dor de quem perde um pai.
A dor de quem perde uma mãe, como foi nesse diálogo.
E as frases prontas, formadas e, na maioria das vezes as mais adequadas para as situações, são assim:
Que Deus dê conforto para a família.
Que Jesus abençoe e conforte.
Peça força para Jesus, porque ele passou por todas as dores e sabe o que você está passando. Ele vai te consolar.
A filha da falecida disse uma frase que eu não tinha parado pra pensar:
"Jesus sabe de todas as dores, só não sabe o que é a dor de quem perde uma mãe. Ele não viu sua Mãe morrer."
Maria estava aos pés da Cruz. Ajudou a sepultar Seu Filho. Depois estava reunida com os apóstolos, na Festa de Pentecostes.
(Jesus, conforte e dê forças para que os enlutados possam viver suas dores e reencontrar alegria em viver. Amém.)
16 agosto 2018
Quantos anos você acha que eu tenho
- Você é casada?
- Onde você mora?
- Quantos anos você tem?
(Ah, essa pergunta... nem sempre a gente gosta de responder).
A minha resposta foi:
Quantos anos você acha que eu tenho?
25, 27, 28 ...
Rs... Eu gosto de perguntar a resposta porque gosto de escutar dos alunos e das pessoas que aparento ser mais nova.. mais jovial..
Hoje, 16 de agosto de 2018, eu completo meus 33 aninhos.
Sou grata a Deus por tudo.
Até mais.
AnaVi
02 janeiro 2017
25 outubro 2016
Perseverança
20 setembro 2016
Escola para maridos
Imagina isso... Escola para maridos.
Este post não pretende ser um julgamento ou crítica à um programa que nem foi ao ar ainda.
Mas, uma reflexão de uma mente borbulhante.
Sempre que tenho oportunidade eu exalto José Vicente da Silva, meu pai. José é um exemplo de esposo e pai. Claro que temos muitos homens que também são exemplos e eu tive a graça de nascer no berço de um deles.
Ao contrário desses homens que são exemplos para a formação de uma família, exemplos na educação de seus filhos, exemplos na fidelidade e atenção ao que um lar necessita, encontramos outros perfis. Perfis machistas, autoritários, violentos.
Nos diálogos com amigas solteiras e casadas, por vezes, pensamos sobre o comportamento de alguns homens que convivem conosco enquanto namorados e/ou amigos. E também no comportamento de tantos homens famosos ou que ficam conhecidos por uma atitude, seja ela qual for.
E uma coisa que eu penso é que talvez alguns homens não estão preparados para lidar com a autonomia e independência das mulheres.
Não estou dizendo que não concordo com a ação e postura do homem (no caso de hétero sexuais) que assuma seu papel dentro do relacionamento. Na verdade é isso que eu penso que deve acontecer. Mas não com uma mentalidade de se auto denominar superior, mais inteligente, com mais direitos. Não aqueles que pensam que a mulher tem que ser do jeito que ele quiser, usar as roupas que ele deixar, dizer as cores de esmaltes e batons que podem ou não podem. Isso não, meus caros.
Você pode não concordar com isso que escrevi e até apresentar outros caminhos para meus pensamentos.
Mas fico aqui pensando nesse programa... Escola para maridos que estreia hoje aqui no Brasil, mas já faz muito sucesso em outros países.
O que motiva esse tema?