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29 julho 2025

Feliz segundo semestre!








Quando chegou o final do 1º semestre de 2025, muitas coisas passaram por minha mente. 

Meu Deus, quanta coisa nesse semestre!

No início do ano eu estava na ansiedade e expectativa pela cirurgia. 

Em fevereiro fui operada de endometriose. 

Dois meses de afastamento e recuperação. 

Retorno ao trabalho e readaptação. 

Organização dos meus projetos literários. 

Novos projetos de trabalho. 

Corridas de rua. 

Laboratório de escrita. 

Enfim...

Que o segundo semestre, que já começou, me traga concretização dos projetos e sonhos. 

Feliz novo semestre pra você. 



15 junho 2025

Oi gente.

Faz tempo que não posto aqui. 

Por vezes venho aqui, visito alguns blogs, faço leituras e vou embora. 

O tempo está pouco para todas as demandas que tenho. 

Esses dias acessei "os bastidores" do meu blog, na parte dos comentários, e vi que alguns colegas aqui do blogspot enviaram mensagem pedindo notícias minha. Principalmente em relação à minha saúde. 

Sabe que fico feliz com o elo que estabelecemos entre nós?

Fazemos postagem, lemos os textos, vemos fotos uns dos outros e isso nos aproxima, faz, inclusive,  a gente sentir falta de alguém que está "sumido". 

E esses comentários sobre a saudade e a "falta que fazemos" nessa blogosfera até nos faz ter mais vontade de postar aqui. 

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Estou bem da saúde. Fiz uma cirurgia de endometriose em fevereiro. Uma cirurgia bem delicada. Tive retirada de uma parte do intestino. Fiquei 2 meses afastada do trabalho e de atividades mais pesadas. Em abril retornei ao trabalho e às atividades, aos poucos. 

Preciso de cuidar para os focos de endometriose não voltar. O meu cuidado é com dieta, atividade física e hormônios. 

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Junto com essa questão da minha cirurgia, neste semestre estou terminando um curso de especialização, com entrega de TCC e estágios. Isso tomou bastante meu tempo. 

Eu também estou envolvida com produção literária infantil. Esse movimento tem sido muito bom pra mim, tem  me trazido satisfação, felicidade. Se quiser acompanhar o meu trabalho literário infantil, veja este blog: Ana Virgínia. As postagens neste blog servem para a divulgação do meu trabalho literário e também para apresentar o meu trabalho para programas de incentivo cultural, que tenho participado. 

Ah, e se você usa o Instagram, pode acompanhar o meu trabalho neste perfil: Ana Virgínia.

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Quero estar mais presente aqui.
Esse espaço é muito importante pra mim. Foi aqui que, lá em 2011, quando meu pai faleceu, que eu comecei a escrever. Escrevia sobre os sentimentos de luto, tristeza e saudade, que habitavam meu coração. Quando sou convidada pelas escolas ou livrarias para falar sobre o meu processo de escrita, começo a falar deste lugar, deste blog Filha de José. 

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Meus planos para este ano é reduzir a carga horária do meu trabalho no Colégio e ter mais tempo para cuidar de mim e das coisas que me dão prazer. É uma lógica diferente da lógica de uma sociedade que procura cada vez mais trabalho e cada vez mais dinheiro. 

Confesso que o diagnóstico da endometriose, em novembro do ano passado, a notícia sobre a necessidade da cirurgia, a cirurgia em si, a recuperação... me fizeram repensar sobre muitas coisas, dentre elas, a importância de estar com quem eu amo, de buscar fazer coisas que me fazem bem. 

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Abraço pra vocês. 







04 agosto 2024

Registro de domingo #1

Hoje fiz essa foto e quis escrever sobre ela. 

Convido quem mais quiser compartilhar um "Registro de domingo". 

Quem fizer esse registro, mesmo que seja em outro dia da semana, fale comigo pra eu inserir nessa postagem. 

Dessa forma a gente faz o movimento de blogagem coletiva. 


A foto: 


Sobre a foto: 
Desde a pandemia, todo início de mês eu auxilio minha mão no pagamento das contas. 
O tempo da pandemia coincidiu com a época que minha mãe ficou muito doente. Teve uma cirrose hepática que levou a um transplante de fígado. 
Sem poder sair para fazer os pagamentos numa casa lotérica, como era o costume, pagamos pelo celular. 
No início ela queria que todos os comprovantes fossem impressos (risos). 
Ela dizia assim: "E se a empresa disser que não pagamos a conta, como vamos provar que pagamos?" 
Com o passar do tempo, criamos um grupo no Whatsapp para guardar todos esses comprovantes. 

Lembro que, depois da pandemia, minha mãe dizia que queria voltar a pagar as contas na Lotérica. 
Mas, pela limitação física que ela tem e a praticidade de pagar pelo celular, continuamos dessa forma mais prática. 


E você, paga as contas pelo aplicativo, na Lotérica ou no banco. 

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Ah, se fizer seu "Registro de domingo", me fale para eu postar o link aqui. 

Abraço. 
Ana Virgínia. 





18 outubro 2023

Oi

Oi.

Depois de tanto tempo sem postar, aqui estou eu. 

Em 2011 criei o blog para escrever sobre a saudade que sentia, na ocasião do falecimento do meu pai.

Este espaço virtual muito me ajudou a vivenciar aquela dor. 

Fiz amigos, conheci alguns pessoalmente. 

Este é um lugar pelo qual tenho muito afeto. 

A correria, o trabalho, a mudança de casa, as novas responsabilidades com o casamento não me permitem ter tantoo tempo para estar aqui com tanta frequencia. 

Frequentemente, lembro desse espaço, das pessoas que passam por aqui e que eu também visito os seus blogs. Organizo as postagens mentalmente e também num caderninho... mas, faltava o tempo para vir aqui, escrever, postar, visitar...

Estou nesse foco e nessa organização.

Gratidão a você que passa por aqui...

Abraço, até mais. 

AnaVi




Foto de uma bebida que o Luís fez.
Com vinho e frutas cítricas.

=) 


20 fevereiro 2023

Banda Daki

A "Banda Daki" é um dos blocos de carnaval mais antigos de Juiz de Fora. 
Esse bloco era incentivado pelo "Zé Kodak", um empresário, dono de uma loja de revelação de fotos aqui de JF. 
Ao longo dos anos que tenho, lembro de ter ido nesse bloco umas duas vezes.
Uma vez quando criança e uma vez quando adolescente.

Do Carnaval eu gosto da alegria, das fantasias, da irreverência, das surpresas. 
Mas também gosto do descanso e do feriado emendado. 

Nesse ano combinamos de participar do carnaval da banda Daki em família.
Fomos eu, o esposo, minha irmã, o cunhado, minha sogra, minha tia... E sempre encontramos conhecidos na banda.

Mas, após 2 anos sem festa de carnaval, nesse ano a Banda Daki também estava diferente. 
Zé Kodak faleceu vítima do Covid 19 em fevereiro de 2021. 
O General da Banda não estava presente.

No local de onde a Banda sempre sai fizeram um monumento para homenageá-lo. 
Em vários momentos, durante as músicas, os shows, o animador convidava o público a aplaudir com as mãos para o céu, também em homenagem ao Zé Kodak. 




Lembro das angústias que eu vivia em meio à pandemia do Covid 19. 
Cada pessoa conhecida que morria era um aperto no coração. Um não entender nada do que estava acontecendo. Um desejo que fosse somente pesadelo. A morte do Zé Kodak foi um dia assim. 

Eu trabalhei durante muito tempo em uma secretaria que, dentre tantas demandas, recebia doações e encaminhava aos movimentos ou organizações responsáveis. 

Todo mês eu assinava um recibo de 30 cestas básicas doadas pelo Zé Kodak. Essas cestas eram encaminhadas aos Vicentinos (SSVP) e também encaminhadas para famílias específicas que o Mons. Falabella (padre responsável) indicava. 

Na sua loja, no centro da cidade, Zé Kodak atendia com sorriso e simpatia os clientes que iam revelar suas fotos ou adquirir algum produto de sua loja. E eu, várias vezes, encontrei o sorriso dele no balcão de sua loja. 

Nesse carnaval eu aplaudi muitas vezes o "General da Banda". Homem de coração fraterno e espírito solidário. Que movimentou o carnaval de Juiz de Fora por quase 50 anos. 


Até mais. 

16 fevereiro 2023

Memórias das férias.

 



Eu amo meu trabalho.

Já vivi crises e sofrimentos em alguns lugares que trabalhei.

Temo sair desse trabalho que tanto me realiza enquanto pessoa humana. Por isso todos os dias eu agradeço e valorizo.

Sou educadora e trabalho na elaboração de projetos que desenvolvem a formação humana dos estudantes.

No início desse semestre entrei em várias salas do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Finais) para dar as boas vindas aos estudantes. O roteiro dessas visitas incluía uma partilha sobre uma recordação das férias.

Alguns estudantes gostam de falar outros não gostam. Normal.

Em cada sala de aula eu ficava encantada com as memórias, com as lembranças que as crianças e adolescentes partilharam. Vejam:

“Minha prima foi morar no exterior há 3 anos. Somos muito amigas. Por conta da pandemia ficamos muito tempo sem encontrar pessoalmente. Mas sempre nos comunicávamos por mensagens e vídeos. Nas minhas férias nos encontramos. Nos abraçamos. Foi o melhor abraço da minha vida.”

“Nasceu meu irmãozinho e pude pegá-lo no colo”.

“Faz uma semana que minha avó faleceu. Melhor memória das minhas férias foi o último abraço que pude dar nela”.

“Viajei com os meus avós”.

“Passei o réveillon na praia com minha família. Minha mãe teve que trabalhar muito para esse sonho acontecer”.

“Consegui andar de bicicleta”.

Isso é um pouco daquilo que faz sentido para eles e também faz sentido para mim.

E eu não podia deixar de fazer, mesmo que pra falar comigo mesmo, memórias sobre minhas férias. 

Tive tempo para ir em várias consultas médicas com minha mãe e também tomar um café com ela, numa cafeteria no centro de Juiz de Fora. Esse dia foi muito bom. Há 2 anos atrás ela estava doente e eu praticamente não acreditava que a vida dela ressurgiria. Então, cada momento de lazer, por mais simples que ele seja, é muito importante pra mim.

Também fui para a praia com meu esposo. Sorrimos, divertimos, falamos sobre a vida, brincamos na beira do mar.

E você? Me conte uma memória sobre suas férias...? 

01 fevereiro 2023

Todo mundo reclamando que janeiro não acaba.

 Na rede social Instagram muitas pessoas compartilharam uma "caixinha" citando que o mês de janeiro estava demorando para terminar... 

Percebo essa reclamação nas redes sociais e, às vezes, no convívio social não-virtual, com relação aos meses de 31 dias. rs. 

Agosto é a mesma coisa. 

Lembro disso porque agosto é o mês do meu aniversário, um mês lindo. E sempre tem alguém reclamando do mês. 


Você notou essa "brincadeira" sobre o mês de janeiro também?


Meu mês de janeiro foi intenso. Tive férias a metade do mês, mas os dias que eu trabalhei também foram muito bons.






Foi aniversário do Luís, meu esposo. 

Tive várias vivências relacionadas à publicação do meu livro. 

Saí com minha mãe nos meus dias de férias. 

Criei receitas com novos sabores de biscoitos. 

Encontrei com amigos... 


Tivemos questões graves a nível nacional. Sim. Estou assustada com isso até agora. 


Quando vejo essas "brincadeiras" lançadas nas redes sociais, como a "eternidade" do mês de janeiro, por exemplo, eu me pergunto: Eu concordo com isso? Ou estou apenas seguindo o bonde? 


Nesse caso, eu não concordei. Pra mim, janeiro fluiu bem. É um mês maior mesmo, como outros meses do ano. 


Sou a favor de pensarmos criticamente sobre as modinhas, influências e impactos das redes sociais em nós. 


E aí, como foi o seu mês de janeiro ?

15 janeiro 2023

Vivenciar ou fotografar?

 A fotografia abaixo foi realizada em 2015, durante a divulgação do filme Black Mass. 

Tive acesso a essa imagem, e à crítica que ela representa em um curso de especialização que estou estudando. 

Antes de ler e ouvir a opinião dos colegas e dos professores, olhei para a imagem e pensei na diferença das culturas, gestos, pensamentos, comportamentos.. entre as gerações. 

Antes de continuar a leitura, veja a imagem e me diga nos comentários o que essa imagem transmite pra você. 



Amei essa representação da imagem. 

Não encontrei a fonte dessa imagem 



Pessoas da minha idade, com um pouco mais de idade que eu ou com menos da minha idade exploram muito os equipamentos fotográficos. 
Eu sou uma pessoa que ama fotos. Já trabalhei como fotógrafa profissional, inclusive. Já organizei aqui pelo blog uns desafios chamado "fotos de quinta". 
Então, quando leio textos ou participo de aulas que falam sobre aquilo que eu faço, acontece uma auto-análise por aqui... rs. 

Nas críticas que li, vi posicionamentos de que estamos deixando de aproveitar o momento para fotografá-lo e, com isso não vivenciamos intensamente aquele momento. 

Outros posicionamentos dizem que registrar um momento faz com que ele fique eterno em nossa mente e também na fotografia. 

Deixo aqui links sobre as várias opiniões sobre esse tema. 




Eu penso que a fotografia eterniza momentos, pessoas, lugares. 
Mas confesso que percebo um "vício" quando deixamos de interagir, de conversar, de dialogar para ficar com um equipamento eletrônico em mãos, mesmo que seja para fotografar. 

Cabe a nós a criticidade e também educar as gerações mais novas para também vivenciar os momentos além de só desejar fotografá-los. 

Até mais.  





14 março 2021

Oi 2021

 Eu sinto falta desse espaço, das interações e dos aprendizados que sempre vivo por aqui. 

Mas os dias andam muito corridos e a vida como uma montanha russa. 

Está tudo bem. 


Dia 23 de fevereiro lembramos do décimo ano do falecimento do meu pai. 


Meu Deus, quanto tempo! Há 10 anos José não vive fisicamente aqui conosco. 

Mas vive em nós. Vive na coragem que buscamos. Em nossa fala. Em nossas ações. Em nossos sentimentos. Na comida que fazemos, aquela comida que ele mais gostava.


Eu lembro que, quando eu chorava sobre a dor que a falta de José provocava em mim, a Ana Paula, em uma das cartas que trocamos, me consolava. Ela dizia que um dia a saudade seria um sentimento leve, que daria guardar em uma caixa forrada com folhas de seda. (As palavras dela era algo assim). E eu respirava fundo, sabendo que um dia a saudade não seria somente dor e lágrimas. 


Após 10 anos da partida do José, meu pai, ainda sinto falta.

Mas consigo sorrir ao lembrar dele. 

Consigo até admirá-lo e amá-lo cada vez mais. 

Todo carinho, toda educação que ele nos deu (a mim e a minha irmã), dão frutos hoje. 


Ao lembrar dos 10 anos da partida de José, lembrei também que há 10 anos (a se completar em agosto),  estou presente no blogger, com este blog: Filha de José. 


Agradeço a você que passa por aqui de vez em quando. 

Agradeço as amizades que foram construídas por meio deste espaço. 


Até mais.



04 setembro 2019

Cotidiano

Eu trabalho desde os meus 18 anos.
Meu primeiro emprego foi no mesmo bairro em que eu morava e ainda moro.
Raramente precisava de transporte público para ir trabalhar. Só quando chovia.


Depois fui trabalhar num bairro vizinho. Não era tão longe.
Um ônibus para ir e um ônibus para voltar.
Uns 10 minutos dentro do ônibus que estava sempre cheio. Na maioria das vezes não dava nem pra sentar.


Há um ano vivo uma outra experiência nos transportes públicos.


Minha casa fica bem mais distante do meu trabalho.
Dois ônibus para ir, dois ônibus para voltar.
Um trajeto que dura uma hora, aproximadamente.


Quando percebi o enorme tempo que levo para ir e voltar para casa, eu tive várias iniciativas para fazer com que esse tempo fosse produtivo: ler um livro, estudar, ouvir um pod cast, fazer as postagens nos instagrans que eu gerencio, responder as conversas de whatsapp...


Tento aproveitar o tempo com alguma dessas atividades, mas, na maioria das vezes, eu estou cansada. E cochilo. O ônibus sacode muito, as ruas são totalmente irregulares. Quando volto para a casa cochilando, abro os olhos de vez em quando, para saber onde estou, se o meu ponto está chegando.


Sobre querer que todo o tempo seja produtivo, estou desistindo dessa ideia. Nem sempre faz bem pra gente. E, talvez o tempo dentro do ônibus ou no ponto enquanto o espero, seja mesmo para observar as pessoas, as situações; sorrir para uma criança; entrar naquela conversa com alguém desconhecido sobre o sol, a chuva, o acidente de ontem, sobre a vida.


Um dia eu até achei que era exclusividade de quem anda de ônibus cochilar em algum momento. Aí partilhando experiências com as colegas de trabalho, uma delas confidenciou que dia desses, ela voltava de carro para a casa, parou no sinal e cochilou. Acordou com os carros atrás buzinando. Perigoso isso.


Estamos cansados gente.




Vocês também cochilam no ônibus?

29 dezembro 2018

Lá se foi 2018 ... (Coragem!)



Acreditar em você mesmo.

Nunca uma frase "clichê" fez tanto sentido na minha vida como neste ano que se encerra.




Sei que tenho que aprender sempre. 
Aprender com minhas escolhas e decisões.
Aprender com aqueles que estão à minha volta para me ajudar. 
Aprender com aqueles que tentam me humilhar em algum momento. 
Sim. Existem pessoas adultas que tentam nos humilhar, nos mais diversos ambientes.


Comecei o ano de 2018 sem emprego fixo. 

Por minha escolha. 

No fim do ano de 2017 decidi não mais trabalhar em uma empresa que me empregou por mais de 10 anos, para arriscar, para correr o risco. Com formação na área da educação e como uma pessoa que busca crescimento e também melhores condições para viver, eu escolhi correr o risco, queria ser mais valorizada pela excelente profissional que sou. E foi isso que me motivou. 

Foi remar contra a correnteza. Num momento que o país vive crises de emprego, é uma loucura abandonar o emprego de carteira assinada sem ter nada fixo em vista. 

Como sempre fui uma pessoa pró ativa e empreendedora eu dizia que ia me virar para continuar minha vida e pagando meus boletos. 

Fiz alguns "bicos" em escolas infantis, com meu conhecimento e experiência em escritório, na função de auxiliar administrativo de muitos anos. 

Também fiz "bicos" com contratos temporários de prestação de serviços na área da educação, como fiscais em provas, auxiliar de organização do Enem...

Também organizamos melhor a Divino Brigadeiro, nossa brigadeiria familiar e artesanal. 

Tudo isso em 2018. Antes de eu ser contratada pelo Colégio onde trabalho e me realizo.

Arriscar é crescer, é passar aperto, é ter crises de ansiedade, é chorar sozinha.
Mas também é aprender com o tempo e confiar em Deus. 
Arriscar nunca é ficar de braços cruzados.

Sem nenhum arrependimento das escolhas e decisões que tomei... encerro 2018 com o coração grato.


Tem um poema sobre CORAGEM que gosto tanto.
E que já postei neste blog.

Até mais!  



11 setembro 2018

Primeiro fio de cabelo branco

Foi no feriado do dia 7 de setembro.
Estávamos todas em casa, de folga.
22 dias após eu completar 33 anos.
Que  minha irmã encontrou o primeiro fio de cabelo branco no meio dos meus cabelos crespos embaraçados.

A primeira reação foi:

É claro que este cabelo não é meu!


Rsrs.

Vou retomar a leitura do livro Crônicas Gris, da querida Ana Paula.

17 agosto 2018

A Mãe de Jesus

Hoje fui em um velório.

A mãe de uma conhecida faleceu. E ali, naquele lugar conversamos sobre a dor que fica com aqueles que veem seus familiares partir.

A dor de quem perde um filho.
A dor de quem perde um pai.
A dor de quem perde uma mãe, como foi nesse diálogo.

E as frases prontas, formadas e, na maioria das vezes as mais adequadas para as situações, são assim:

Que Deus dê conforto para a família.
Que Jesus abençoe e conforte.
Peça força para Jesus, porque ele passou por todas as dores e sabe o que você está passando. Ele vai te consolar.



A filha da falecida disse uma frase que eu não tinha parado pra pensar:

"Jesus sabe de todas as dores, só não sabe o que é a dor de quem perde uma mãe. Ele não viu sua Mãe morrer."

Maria estava aos pés da Cruz. Ajudou a sepultar Seu Filho. Depois estava reunida com os apóstolos, na Festa de Pentecostes.

(Jesus, conforte e dê forças para que os enlutados possam viver suas dores e reencontrar alegria em viver. Amém.)

16 agosto 2018

Quantos anos você acha que eu tenho

Na apresentação para os alunos da turma do sexto ano as perguntas e curiosidade sobre a professora são comuns.

- Você é casada?
- Onde você mora?
- Quantos anos você tem?
(Ah, essa pergunta... nem sempre a gente gosta de responder).

A minha resposta foi:

Quantos anos você acha que eu tenho?

25, 27, 28 ...

Rs... Eu gosto de perguntar a resposta porque gosto de escutar dos alunos e das pessoas que aparento ser mais nova.. mais jovial..

Hoje, 16 de agosto de 2018, eu completo meus 33 aninhos.

Sou grata a Deus por tudo.

Até mais.
AnaVi

25 outubro 2016

Perseverança



Eu guardei essa imagem para usá-la no dia que eu passasse no exame de rua da auto escola.

Eis-me aqui hoje, 25 de outubro de 2016.

Nada fácil conseguir tirar uma carteira de habilitação em Juiz de Fora.

Mas... inspiro-me em mulheres perseverantes e guerreiras, como a Cris Guerra.

Paz! 

20 setembro 2016

Escola para maridos

Esse é o nome de um programa que estreia hoje pelo canal a cabo Fox Life.

Imagina isso... Escola para maridos.

Este post não pretende ser um julgamento ou crítica à um programa que nem foi ao ar ainda.

Mas, uma reflexão de uma mente borbulhante.

Sempre que tenho oportunidade eu exalto José Vicente da Silva, meu pai. José é um exemplo de esposo e pai. Claro que temos muitos homens que também são exemplos e eu tive a graça de nascer no berço de um deles.

Ao contrário desses homens que são exemplos para a formação de uma família, exemplos na educação de seus filhos, exemplos na fidelidade e atenção ao que um lar necessita, encontramos outros perfis. Perfis machistas, autoritários, violentos.

Nos diálogos com amigas solteiras e casadas, por vezes, pensamos sobre o comportamento de alguns homens que convivem conosco enquanto namorados e/ou amigos. E também no comportamento de tantos homens famosos ou que ficam conhecidos por uma atitude, seja ela qual for.

E uma coisa que eu penso é que talvez alguns homens não estão preparados para lidar com a autonomia e independência das mulheres.

Não estou dizendo que não concordo com a ação e postura do homem (no caso de  hétero sexuais) que assuma seu papel dentro do relacionamento. Na verdade é isso que eu penso que deve acontecer. Mas não com uma mentalidade de se auto denominar superior, mais inteligente, com mais direitos. Não aqueles que pensam que a mulher tem que ser do jeito que ele quiser, usar as roupas que ele deixar, dizer as cores de esmaltes e batons que podem ou não podem. Isso não, meus caros.

Você pode não concordar com isso que escrevi e até apresentar outros caminhos para meus pensamentos.

Mas fico aqui pensando nesse programa... Escola para maridos que estreia hoje aqui no Brasil, mas já faz muito sucesso em outros países.

O que motiva esse tema?








28 agosto 2016

Café na cama

Hora do almoço, na mesa com os colegas de serviço.
O assunto era: Quando já levou ou recebeu café na cama...

Pessoa número 1:
No dia das mães, no dia dos pais e nos aniversários costumamos levar e receber café na cama.

Pessoa número 2: 
No dia das mães, no dia dos pais e nos aniversários fazemos um "café surpresa", não necessariamente na cama, mas sim na mesa mesmo.

Pessoa número 3:
Café na cama? Só quando alguém está quase morrendo e não consegue levantar pra ir até à cozinha.

Risos sem fim.

E você? Leva e recebe café na cama? 

Abraço.
AnaVi 

12 julho 2016

Uma experiência com o Dragon Dreaming

Dragon Dreaming é um sistema integrado e um método completo para a realização de projetos criativos, colaborativos e sustentáveis.

A consciência dos desafios globais da sociedade e o sonho de um mundo de paz são o que nos move. Aqui o crescimento pessoal de cada indivíduo, a educação da comunidade e a responsabilidade ativa para com a nossa terra são os valores centrais.

O Dragon Dreaming é para sonhadores e pragmáticos, para os guerreiros e esperançosos, para os otimistas e idealistas, filósofos e amantes da natureza. Para os buscadores espirituais que sonham em criar a consciência de conexão com toda a vida, que querem viver em cooperação e na responsabilidade por uma transformação saudável e pacífica.

Para conhecer mais clique aqui, assista este vídeo.





Fotos de Manifesta

06 abril 2016

MC Donalds.

Não é propaganda.
Só experiência.

Naqueles papéis que ficam nas bandejas do MC Donalds às vezes tem umas promoções.

Se você acessar e responder algumas perguntas sobre o atendimento, você ganha alguma coisa na próxima visita àquela loja.

Como eu gosto de ganhar as coisas, dessa vez eu guardei o cupom fiscal para fazer o que pediam e ver o que eu ganharia.

1 - Pedem para acessar o site http://www.mcexperiencia.com.br/

2 - Pedem para ter em mãos o cupom fiscal da última compra lá.

3 - Fazem muitas perguntas... muitas mesmo...



4 - Oferecem uma oferta em sua próxima visita ao MC Donalds.

5 - A oferta é essa: Na compra de um lanche, ganhe outro.




*** Pelo interesse do cliente em entrar no site, responder trocentas perguntas, preencher os campos com os dados da nota fiscal, eu acho que deveriam, pelo menos, dar um lanche sem precisarmos de comprar.

*** Enfim... assim são os jogos de marketing, os jogos comerciais.