21 novembro 2022

Maressa e os biscoitos da alegria.



No Colégio que eu trabalho, atuo com projetos de formação humana. 
Para um desses projetos eu escrevi uma história. 
O projeto deu tão certo que o meu desejo é que ele seja um livro. 
Livro infantil. Mas são essas histórias infantis que também falam à vida adulta. 

Vou tentar essa publicação pelo financiamento coletivo do Catarse. 
Você sabe como é esse financiamento coletivo? Já participou de algum? 

É como se as pessoas comprassem o livro com antecedência e com o valor arrecadado eu publico o livro. 

O cronograma deste projeto é de outubro de 2022 a março de 2023. 
Um projeto de 6 meses. 

Nesse momento estou fazendo essa divulgação em um perfil do Instagram. 
Se você tiver Instagram, segue lá para conhecer melhor. 




Em breve o projeto estará disponível no site do Catarse e eu venho aqui falar para vocês, pedir o seu apoio e divulgação do projeto. 

Até mais.
Ana Virgínia 




20 novembro 2022

Sobre os memes

Estou fazendo um curso de formação profissional. Dia desses o tema da aula foi sobre os "memes". 

Eu já tinha escutado falar sobre a abordagem deste tema em salas de aula, em questões de concurso e provas. Mas nunca tinha parado para ler e estudar sobre. 

O termo "meme" que conhecemos hoje vem de um conceito da biologia.  Viktor Chagas explica isso no artigo: "Da memética aos memes de internet: uma revisão da literatura." Esse termo foi citado pelo  biólogo Richard Dawkins, em 1976. Esse autor, em seu livro "O Gene egoísta" faz um paralelo da da transmissão biológica que um gene faz com heranças culturais que também são transmitidas em cada geração, em cada tempo. 

Dessa forma, os "memes" como conhecemos hoje, também transmitem uma ideia, uma frase, uma imagem que se espalha rapidamente. Uma das intenções do meme na internet é o riso. Mas não pode deixar de ser olhado com um olhar crítico.  

No site "Museu de Memes", encontramos várias informações e artigos sobre essa forma de se expressar. Por exemplo, o artigo: Como os memes representam a população negra. ? Vemos aí memes produzidos com intenções preconceituosas e racistas. É uma linguagem, uma representação por figuras e textos que fogem do humor. 

Podemos pensar... o que cada meme comunica. 
Esses dois memes abaixo estão na lista daqueles que olhamos, rimos, nos identificamos com eles e repassamos para uma lista de amigos, no Instagram, no Whatsapp... 



Procrastinação:




Comer salada não te deixa feliz:


Eu sei que não temos como fugir dos memes da internet. 
Sou uma pessoa que utilizo essas imagens, envio para meus amigos, dou risada sozinha e em grupo. 
Mas, quis dividir aqui com vocês um olhar crítico sobre os memes. 

E você? Também utiliza muito os memes?

Abraço. 
Ana Virgínia 

12 novembro 2022

A saga da queloide.

 Recentemente procurei informações sobre #queloide em todas as redes que temos acesso. Google, Youtube, Instagram... E vi que muitas pessoas também buscam informações sobre isso. Por isso posto aqui. Essa postagem pode servir de informação para alguém que também "sofre" com a queloide. 


Desde 2013 (mais ou menos) eu tenho buscado ajuda de dermatologista para curar a queloide que tenho nas duas orelhas. 


Acho importante dizer o motivo dessas queloides. 

Quando adolescente, eu tinha o desejo de ter vários furos na orelha. O primeiro furo, foi quando eu era bebê. E nele não tem queloide. Depois... quando fui crescendo, tive o desejo de ter mais furos. E furei o "segundo furo" nas duas orelhas. Esse furo foi feito em casa, uma prima que furou pra mim. De forma amadora mesmo. Anestesiou com gelo, pegou um brinco e fez o segundo furo. Coisas de adolescente... rs. 

Não lembro de ter usado brinco nesse segundo furo, pois, logo depois de ter furado dessa forma amadora, já começou a inflamar... tive que tirar o brinco e cuidar da inflamação. 

Anos depois, em 2013, comecei a perceber a queloide aparecer. 

A cicatriz crescia externamente, doía e coçava. 

Uma dermatologista fez algumas infiltrações e, naquela época, estabilizou a queloide e ela parou de crescer.

Em 2018 por aí, a queloide começou a crescer novamente. Cresceu bastante. 

Fui em outro dermatologista que também fez algumas infiltrações. Não adiantou  muito desta vez. 

Então, cortamos a queloide numa cirurgia no próprio consultório. Isso foi em 2021. Antes do meu casamento. 

Ele me disse que, se a queloide crescesse novamente, seria necessário fazer radioterapia no local.

A queloide cresceu bastante no período de 1 ano. Ele me indicou a radioterapia. Aqui na minha cidade ainda não tem um tipo de radioterapia específica para queloide. Fiz a que ele me orientou. Foram 6 sessões em 6 dias seguidos. A primeira sessão foi no dia da cirurgia. 


4 meses depois da radioterapia sinto que a queloide está voltando em uma orelha. 


Voltei ao dermatologista.
Como voltei quando a queloide ainda está interna, o tratamento que ele indicou é: brinco de pressão e pomada. 


Aí vem a saga do brinco de pressão para essa queloide. 

Nas lojas, no mercado, não encontramos brinco de pressão simples. Encontrei brinco com pedras, miçangas e tal. 

Procurei na internet e até encontrei um brinco de pressão específico para queloide. É um vendedor do Mercado Livre que também teve queloide e desenvolveu o brinco. Achei caro, mas estava disposta a comprar para amenizar esse meu problema. Mas, nos comentários do anúncio, algumas pessoas disseram que compraram o brinco e não foi útil para elas. Aquele brinco "funciona" quando a queloide está em alguma parte da orelha. E não funciona quando a queloide está em outra parte da orelha... Então, fiquei receosa de fazer um investimento grande e não funcionar pra mim. 







Comprei (pela internet, porque não achei na minha cidade), base para brinco de pressão. 

O médico me disse que uma paciente dele adaptou essa base com cortiça. 

Tentei fazer essa adaptação, mas... na hora de fechar na orelha, não deu certo. (no meu caso). 


O próprio metal da base do brinco de pressão irrita a pele. Então, não consigo ficar com esse metal direto na pele. 


Agora, por exemplo, estou isolando a pele com um esparadrapo. 
Também estou pensando em passar esmalte, ou base nesse metal, para não irritar a pele. 


Enfim... esse é apenas um relato sobre minha saga da queloide.