Este blog foi criado na véspera do dia dos pais de 2011.
Eu não sabia o que fazer com a tristeza e saudade do primeiro dia dos pais sem José.
Para ver a primeira postagem, clique aqui.
Considero que descobri outras formas de viver a saudade.
Abraço.
Este blog foi criado na véspera do dia dos pais de 2011.
Eu não sabia o que fazer com a tristeza e saudade do primeiro dia dos pais sem José.
Para ver a primeira postagem, clique aqui.
Considero que descobri outras formas de viver a saudade.
Abraço.
Eu sinto falta desse espaço, das interações e dos aprendizados que sempre vivo por aqui.
Mas os dias andam muito corridos e a vida como uma montanha russa.
Está tudo bem.
Dia 23 de fevereiro lembramos do décimo ano do falecimento do meu pai.
Meu Deus, quanto tempo! Há 10 anos José não vive fisicamente aqui conosco.
Mas vive em nós. Vive na coragem que buscamos. Em nossa fala. Em nossas ações. Em nossos sentimentos. Na comida que fazemos, aquela comida que ele mais gostava.
Eu lembro que, quando eu chorava sobre a dor que a falta de José provocava em mim, a Ana Paula, em uma das cartas que trocamos, me consolava. Ela dizia que um dia a saudade seria um sentimento leve, que daria guardar em uma caixa forrada com folhas de seda. (As palavras dela era algo assim). E eu respirava fundo, sabendo que um dia a saudade não seria somente dor e lágrimas.
Após 10 anos da partida do José, meu pai, ainda sinto falta.
Mas consigo sorrir ao lembrar dele.
Consigo até admirá-lo e amá-lo cada vez mais.
Todo carinho, toda educação que ele nos deu (a mim e a minha irmã), dão frutos hoje.
Ao lembrar dos 10 anos da partida de José, lembrei também que há 10 anos (a se completar em agosto), estou presente no blogger, com este blog: Filha de José.
Agradeço a você que passa por aqui de vez em quando.
Agradeço as amizades que foram construídas por meio deste espaço.
Até mais.