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16 julho 2018

Slow Internet

Uma inspiração minimalista que faz bem pra vida da gente...





Eu acompanho o blog da Camile Carvalho: Vida Minimalista.

Suas últimas postagens nos trazem reflexões sobre nossa postura nas redes sociais. Nossa busca por seguidores e curtidas, nosso vício por visualizar os stories de perfis que não nos trazem alegria, pelo contrário, nos trazem angústia.


Lembro do início deste blog, das pessoas que por aqui passavam (e ainda passam) sem pressa, querendo uma interação verdadeira. Essas interações por aqui tornaram-se encontros reais com sorrisos, abraços, partilha de experiências de vida.


As postagens da Camile fizeram bem pra mim, por isso trouxe ela aqui para o meu blog. Pode fazer bem pra você também.

A Slow Internet ... '' É um movimento que rema contra a maré da superexposição, do consumismo digital (não apenas relacionado a compras, mas a consumo de informação) e que nos mostra que podemos pisar no freio e desacelerar um pouco esta ansiedade de estar sempre conectado, sempre disponível e sempre consumindo tudo o que encontramos pela web. Se antes, na época das coleções de enciclopédias, já era difícil absorvermos tudo o que aquelas páginas guardavam, imaginem agora que temos estímulos constantes pulsando em nossas mentes disputando nossa atenção pela internet? Clique aqui, leia, compre, assista o vídeo e etc.


A boa notícia é que podemos ter o controle. Por mais que as redes sociais tenham se transformado em grandes simulações de praças de guerra – vide época das eleições e outros debates – podemos ser mais seletivos quanto ao conteúdo que queremos receber. 

Quais páginas curtimos no Facebook? 

Quantos perfis seguimos no Twitter ou Instagram

São pessoas que nos causam alegria, que nos colocam pra cima e dão dicas legais que podemos pôr em prática ou personalidades da web que apenas esbanjam um estilo de vida que nunca teremos e que nos causam um sentimento de não-pertencimento? 

O que queremos encontrar nas redes sociais? 

O que esperamos ao entrar de 10 em 10 minutos no nosso Facebook? 

O que nos causa ansiedade?

Podemos ter o controle. Basta selecionarmos melhor quais conteúdos queremos receber. 

Desapegue, faça um declutter digital. 

Desconecte-se um pouco. 

Eu mesma tentarei respirar um pouco de ar puro e repensar sobre o que ando escrevendo, compartilhando e produzindo em minhas redes sociais e blog. Talvez eu tire do ar alguns posts mais pessoais que acho irrelevantes e talvez faça uma revisão em outros que acho interessantes, complementando informações e corrigindo possíveis erros para melhorar a qualidade das informações do blog."


24 dezembro 2014

Feliz Natal!

Feliz Natal assim.
Porque amo tirinhas.
E sou apaixonada pelo Armandinho.


















A música Natal Todo Dia, do Roupa Nova, define bem o clima destes últimos dias de dezembro.

Os cristãos comemoram o Nascimento de Jesus Cristo. Contudo, sabemos que a origem da data da comemoração do Nascimento de Jesus tem a ver com a celebração pagã ao deus sol. Como não sabiam qual o dia em que Jesus nasceu decidiram comemorar no dia do deus sol, que é o maior dos deuses.

Assim, cristãos ou não se encontram, trocam presentes, fazem comidas deliciosas... E quando chega meia noite, se abraçam e dizem uns para os outros "Feliz Natal".

Acredito que o verdadeiro Natal pode acontecer todo dia e acontece todo dia. 
Em algum lugar, com pessoas que se dispõe a amar ao invés de condenar, a abraçar ao invés de jogar pedras. Quando um alguém se coloca no lugar do outro e a partir daí revê as suas ações.
Também acontece o Natal quando decidimos almoçar ao lado daquela pessoa que sempre está sozinha e triste. Ou então quando deixamos nossa vontade de sentar sozinho e calado no ônibus para ficar perto daquela pessoa que quer conversar, falar de seus problemas.
Natal também é quando deixamos nossa hora de descanso no domingo à tarde para visitar o hospital, o asilo, o orfanato. 

Natal é quando imitamos aquele Cristo que acreditamos nascer dentro de nós, em dezembro.

Feliz Natal pra você,

14 março 2014

Post-it de Fevereiro

Postagens que me inspiraram no mês de fevereiro




1 - Essa é pra quem não tem uma máquina de costura mas gosta de trabalhos manuais (igual a mim).
Juliana ensina a fazer uma linda almofada sem costura.




2 - Contempladora que sou de fotos belas... Fiquei encantada com este post da Mirys


3 - Mãe fotógrafa escolhe algumas mulheres notáveis para fazer fotografias semelhantes de sua filha.




4 - Campanha em dose dupla: Incentivo à leitura e à adoção de animais abandonados.



Abraço.

{AnaVi}

Tô feliz em encontrar as blogueiras no Instagran!



04 fevereiro 2014

Post-it de janeiro

Postagens que mais gostei de ler no mês de janeiro:

Bela ideia de colecionar folhas de vários lugares do mundo, escrever sobre elas.


Em comemoração do aniversário do Blog, Juliana do "O Batom de Clarisse" propõe uma atividade bem gostosa.



Durante todo o ano escreva num papelzinho todas as coisas felizes que te acontecem. Guarde os papeizinhos dentro de um pode e, abra-o no início do próximo ano. Achei legal demais a ideia e estou aqui preparando o meu pote da felicidade. 


Bjo

{AnaVi}

04 outubro 2013

Que horas você reza?

Achei interessante a postagem do Cristiano e quis falar sobre o assunto.
Cristiano fala um pouquinho sobre um os costumes de oração em sua família.

Fiquei pensando... Esse povo brasileiro que é tão conhecido por causa de sua religiosidade... Que horas esse povo reza? Quando fazem suas orações?

A igreja, templo, é o local onde se reúnem para orarem juntos.
Mas também oram sozinhos, em pequenos grupos ou em família.

Rezam o terço, meditam sobre a Palavra de Deus, fazem orações breves.

Quando?

Percebo que essas orações acontecem, na maioria das vezes, quando estão passando por alguma dificuldade. Infelizmente é assim.

Problemas de saúde na família, desemprego, final de campeonato de futebol... essas situações levam as pessoas a rezarem mais.

A diversidade de igrejas que encontramos hoje talvez seja reflexo da busca que o ser humano tem de querer rezar. Pensar no motivo que os motiva a buscar a oração já é um assunto mais complexo. Como eu disse anteriormente, eu observo que a falta das coisas leva mais o povo às igrejas do que a gratidão ou o prazer de estar na presença de Deus.

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Na minha família tenho tios, avós, primos, que são de várias religiões. Católicos, Protestantes, Espíritas...
A religião não é obstáculo para a construção do amor e também para rezar/orar pelo outro, querer o bem do outro.

Eu tento estabelecer um "diálogo com Deus" cotidianamente. Deus é uma pessoa. Um amigo que me escuta. E encontro na sua Palavra a orientação para minha vida.

Dentro da minha casa fomos acostumadas assim. Falar com Deus. Pedir o que precisamos e agradecer, sempre agradecer o que temos.

Meu pai foi um homem de oração. Lembro da imagem daquele homem que agradecia a Deus ao levantar, antes de cada refeição, antes de deitar...

Hoje o imitamos. De vez em quando vejo minha irmã com a mesma postura dele. Ou me pego fazendo a mesma coisa. Fica uma mistura de saudade e gratidão. Aprendemos coisas preciosas com José.

A mãe também é mulher de oração. Daquelas que acredita que a oração é capaz de nos manter de pé diante de qualquer problema.

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Domingo passado fui em uma igreja longe da minha casa, com uns amigos.
Boa celebração, participativa.
No final da celebração todos foram embora, exceto uma família (e eu né, que fiquei ali observando. Esperava o amigo que cantou na celebração). Uma família como a minha: pai, mãe e duas filhas.
A família continuou ali na igreja. De joelhos no genuflexório do banco, cabeças inclinadas, atitudes de oração.
Linda atitude de oração em família. Poderiam inspirar muitas outras famílias.
Acredito que muitos problemas inexistiriam se praticássemos mais a oração. Ah, isso se for a oração que converte nossas palavras em ações. orAÇÃO.

Que horas você reza?

{AnaVi}


02 setembro 2013

O lado ruim de gostar de ler

Vi essa ilustração no blog da Jussara.


Várias vezes me identifico com esses personagens.
Quando decido comprar um livro e ficar sem dinheiro. (Vivi isso na Flip, em companhia da Carol...)
Cortar o dedo no papel do livro e depois ficar ardendo (sempre acontece)

O que me levou a fazer este post foi sobre a frase de um desses quadrinhos acima. Eu já vinha pensando sobre isso há algum tempo.

"Não ter com quem conversar sobre o livro que você leu" e
"Perder um pouco a vontade de conversar com as pessoas".

Não sei se acontece isso com vocês. Mas comigo acontece muitas vezes.

Não sou aquela leitora assídua, que lê todos os clássicos, todos os lançamentos, tudo o que quer. Infelizmente meu tempo não me permite viver de leituras.

Mas eu leio. Leio poetas e poesias, crônicas, contos. Livros de autores que admiro.



De um lado...
Bate aquela vontade de conversar com alguém sobre o texto lido. 
Cadê? Conversar com quem?
No meu círculo de amizade encontro algumas pessoas que compartilham do mesmo estilo de leitura que eu. Mas estas pessoas moram longe, nem sempre dá pra ligar e comentar sobre aquele poema de "Drummond" ou sobre o texto do livro "Alta Ajuda".
As pessoas sabem falar quem foi o último eliminado do BBB, da Fazenda, do Facebook...

Não estou criticando essas pessoas. 
Apenas deixo registrado que sinto falta das pessoas que conversem sobre livros.



De outro lado...
Aqui no blog, no meu e no seu, postamos textos interessantes e encontramos pessoas que partilham suas ideias. Isso me consola um pouco.

Fico feliz quando vou ao seu blog e encontro um texto que já é familiar para mim. Tenho oportunidade de comentá-lo com mais propriedade.

Fico feliz também quando você vem aqui, lê textos e/ou poemas e fala deles, de suas inferências, da leitura que fez das entrelinhas. 

Fico extremamente feliz quando, em um diálogo por email, a Tina me recorda fragmentos do diálogo entre o Pequeno Príncipe e a raposa: "Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz." 

Como é bom lembrar e relembrar disso... tenho possibilidade de ficar o dia todo pensando nesse diálogo. 

Obrigada por sua leitura e seu comentário que edificam o nosso amor pelos livros e pela literatura.

Aproveito para deixar aqui dois textos que amo de paixão e gosto de partilhar a leitura deles.


AnaVi 



Post-it - Agosto

Posts que  gostei de ler durante o mês de agosto...


Colombo era solteiro em:
Pitacos da Pá


Como tirar ótimas fotos com câmeras compactas em:
Vinte e poucos

Sobre os animais de rua em:


Bjos
Ana Virgínia

03 abril 2013

Impressões.

Nessas andanças pela blogosfera encontramos em blogs amigos palavras que nos fazem pensar e refletir sobre nossa vida, nossos dias, nossos anseios. Não sei se acontece com você também. Mas acontece comigo.

Algumas vezes o tempo de ficar em frente ao computador para ler e reler aquele post que me faz pensar é escasso. Daí, imprimo o post e guardo a folha impressa na bolsa, para ler quando tiver com mais tempo. E isso geralmente acontece quando estou dentro do ônibus indo ou voltando pra casa, esperando no consultório odontológico ou médico, na biblioteca quando um professor atrasa ou se ausenta naquele dia... 

Sempre sigo as orientações de "imprimir somente o necessário" para não prejudicar o meio ambiente. Mas algumas postagens acho muito necessário que sejam impressas para que eu possa degustá-las depois. 

Outras vezes copio frases do post em meu caderno de anotações sobre o blog Filha de José.



Um post que imprimi esses dias e degustei bastante foi este.

Jussara Neves do blog Minas de mim, publica "Conselho ao poeta iniciante". Claro que esse poeta não sou eu. Mas seus conselhos serviram pra mim.

Sublinhei em minha folha impressa e escrevi no meu caderninho algumas frases. Venho partilhar com vocês também. :) 

"... a vida interior profunda torna também mais difícil encarar a superficialidade da vida comum com que a maioria das pessoas se entretém."

#verdade! Algumas vezes já escutei de pessoas, ora como crítica ora como 'elogio' sobre esse meu jeito de interiorizar o que vejo, o que faço. De levar a sério muitas coisas que a maioria das pessoas não levam. Enquanto a sociedade, em sua maioria, gosta do que é superficial, do que é líquido e passageiro, poucas pessoas buscam a essência. 

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"Embora a historia da literatura aponte poetas e poemas engajados, em essência a poesia não deve servir para nada, a não ser para salvar o poeta da própria existência e embelezar a de quem lê."

#verdade2! Encontrei muita beleza nas palavras de Jussara quando diz que a poesia serve para salvar o poeta da própria existência e embelezar a existência de quem lê... 


Bom... eu quis partilhar essas minhas impressões com vocês.

Bjo

AnaVi



14 junho 2012

Uma boa ação...


Olá pessoal...

A Carol do blog "Um blog simples" teve uma bela iniciativa:

---> Criou uma biblioteca comunitária em uma comunidade menos favorecida em Goiânia-GO.

Bela ação! 

Uma coisa é a ideia... muitas pessoas têm ideias ótimas para a construção de um mundo melhor (inclusive eu). Outra coisa é a ação... é conseguir colocar a ideia em prática.

Sabemos que são inúmeros os desafios encontrados quando queremos fazer um serviço voluntário. Quem vai ajudar, quem vai apoiar, e o dinheiro para organizar tudo? 

O governo ... ah o governo... Já pensou se o governo estivesse motivado em criar bibliotecas comunitárias em comunidades menos favorecidas?

Eu acredito muito no poder da leitura. Pessoas que leem são mais autônomas. 

Por isso me encantei com essa ação da Carol.

Veja mais sobre esse trabalho. Clique aqui.

Você também pode colaborar com esse projeto, enviando livros, sugerindo ideias... A Carol espera por você.

Estou me organizando para colaborar com essa biblioteca também.

Conheça o blog da Biblioteca. Clique aqui.

Bjos.


27 março 2012

Meu presente das Troquinhas

Olá pessoal.

Venho mostrar o presentinho que ganhei na Troquinha entre blogueiras.

Quem me tirou foi a Ana Beth


Amei o livro.

E já estou me organizando para lê-lo.

Um abraço pra vocês!