Voltando...
Porque sinto saudade deste espaço e de vocês que chegam até aqui.
06 dezembro 2017
28 junho 2017
Fotos de Outono
Delicadezas no jardim.
Não posso perder isso, de jeito nenhum.
São algumas tentativas, desfocagens, até conseguir a foto que queremos.
25 maio 2017
...
Se a gente é o que come
Quem não come nada some
Quem não come nada some
Deve ser por isso
Que ninguém enxerga
Toda essa gente que passa fome
Que ninguém enxerga
Toda essa gente que passa fome
16 maio 2017
27 de abril
27 de abril , aniversário de José, que foi morar com Deus há
uns anos
Deus, aquele que sabe de todas as coisas e cuida de todas as coisas, presenteia
nossa vida com a celebração da vitória de uma das filhas de José , hoje, dia
27/04/2017.
E José está presente em nossos sorrisos, em nossas lágrimas
, em nossa lembrança , na saudade.
Ele está presente em nosso jeito de ser, na garra e coragem que dele herdamos,
no jeito de cultivar amigos e cuidar para que eles permaneçam.
E, inspiradas em meu pai seguimos com essa "estranha mania de ter fé na
vida".
Obrigada Deus.
Felicidades Thaila !
12 abril 2017
Homens que você precisa conhecer - 1
Da série: Homens que você precisa conhecer
Kimani Maruge
O imperdível filme inglês "The First Grader", apresentado no Netflix como "O aluno" e no cinema nacional como "Uma lição de vida", apresenta a história de um queniano que, aos 84 anos, vai para a escola pela primeira vez, após o governo de seu país tornar o ensino básico livre e gratuito para todas as pessoas.
Um filme motivacional. Várias são as lições encontradas no desenrolar do longa.
Persistência, Perseverança, Esperança.
Além de sua vontade de aprender a ler e escrever, Maruge também luta pela liberdade de seu povo. Enfatiza durante várias vezes que o estudo e a educação é um dos caminhos para alcançar a liberdade.
A gente só para de aprender quando morre.
Mais do que uma história de coragem e superação Maruge nos mostra a história de um passado triste em seu país. Este homem participou da "revolta Mau Mau", na década de 1950, contra as forças de colonização britânica.
Cenas fortes apresentam marcas no corpo e na memória de Maruge durante sua luta por liberdade.
Fatos que considero importante observar neste filme é a reação da sociedade quando um homem de mais de 80 anos procura a escola; a relação dos alunos com Maruge; a sensibilidade da professora que não desiste de acreditar na boa intenção e força de vontade daquele idoso.
Maruge morreu aos 90 anos e entrou para o livro dos records (Guinness) como o aluno mais velho do mundo.
14 março 2017
As Máscaras
O teu beijo é tão doce,
Arlequim...
O teu sonho é tão manso, Pierrô...
Pudesse eu repartir-me
encontrar minha calma
dando a Arlequim meu corpo...
e a Pierrô, minha alma!
Quando tenho Arlequim,
quero Pierrô tristonho,
pois um dá-me prazer,
o outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra:
Um me fala do céu...outro fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar
e , em verdade, toda razão do amor
está na variedade...
Penso que morreria o desejo da gente
se Arlequim e Pierrô fossem um ser somente.
Porque a história do amor
só pode se escrever assim:
Um sonho de Pierrô
E um beijo de Arlequim!
O teu sonho é tão manso, Pierrô...
Pudesse eu repartir-me
encontrar minha calma
dando a Arlequim meu corpo...
e a Pierrô, minha alma!
Quando tenho Arlequim,
quero Pierrô tristonho,
pois um dá-me prazer,
o outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra:
Um me fala do céu...outro fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar
e , em verdade, toda razão do amor
está na variedade...
Penso que morreria o desejo da gente
se Arlequim e Pierrô fossem um ser somente.
Porque a história do amor
só pode se escrever assim:
Um sonho de Pierrô
E um beijo de Arlequim!
Menotti
Del Picchia
23 fevereiro 2017
Há 6 anos
A saudade é muita coisa
Às vezes mansa e delicada
Outras vezes faz da lágrima enxurrada
E quando você se foi
Aqui ficou um grande vazio
E o que o coração mais sentia era frio
Tantas vezes sem rumo
A rotina intensa e pesada
No desespero e na angústia a gente ficava
Ainda é um pouco assim
O choro pode não ter motivo
Ou ser a ausência do colo que preciso
Ah José, obrigada!
Por nos ensinar a linguagem
De seguir os dias com fé e coragem
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